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sábado, março 23, 2013

Homem tenta vender imóvel e receber em Bitcoins


 Autor: Eric Larson

A exemplo de quase tudo hoje em dia, o mercado imobiliário está muito difícil. Mesmo assim, um homem resolveu incluir um viés técnico nessa questão: vender sua casa em moeda digital.

Vista do campus central da Universidade de Alberta (Glenlarson / Wikimedia)

Taylor More, de Alberta, no Canadá, colocou seus bangalôs de dois quartos à venda na internet. Ele está pedindo 405,000 dólares canadenses (cerca de 400,000 dólares americanos) no dinheiro ou, a quem possuir, cerca de 5,750 Bitcoins.

Bitcoin é um sistema de movimentação financeira digital descentralizada, e nos moldes peer-to-peer (P2P, direto, ponto-a-ponto), que vem ganhando aparência nos últimos anos. Trata-se essencialmente de moedas virtuais que podem ser enviadas diretamente pela internet. Ao contrário das transações financeiras oficiais, os Bitcoins não têm uma unidade central; as movimentações são realizadas sem intermediários.

Atualmente, segundo reportagem da CNET, a taxa de câmbio é de 65,05 dólares para cada Bitcoin. Apesar do anúncio, Taylor More diz que não está completamente seguro em receber apenas Bitcoins. No post, ele escreveu:

“Se você tem 450.000 dólares canadenses eu não posso fazer qualquer desconto, mas, dependendo de quantos Bitcoins você tiver para negociar na transação, no total ou parcial, o preço pode cair”.

Fonte: Mashable

quarta-feira, março 06, 2013

Princípios básicos do sucesso de vendas em mercados B2B


Clientes B2B dizem que o preço é a sua maior preocupação, mas o que eles realmente querem é desfrutar uma grande experiência de vendas. Para os representantes de vendas, isso significa ter que respeitar direitos básicos

Autores: Nate Boaz, John Murnane e Kevin Nuffer
Contribuições: Eric Harmon e Maria Valdivieso de Uster

Quando o assunto é construir relações de valor com os clientes, representantes de vendas são profissionais altamente criticados nas linhas de frente. Mas eles estão respeitando direitos básicos? Clientes querem ser contactados de maneira equilibrada, e não bombardeados. Os representantes de vendas devem pensar os seus produtos e serviços intimamente e tentar ver como é possível estabelecer comparativos com os seus concorrentes. Clientes precisam se informar como produtos ou serviços podem exatamente fazer a diferença para os seus negócios. E, embora eles digam que o preço é a maior referência na tomada de decisão, a experiência de satisfação na venda é, no final das contas, o mais importante.

Essas são as principais conclusões de uma pesquisa realizada com responsáveis pela tomada de decisão em pequenas, médias e grandes empresas dos EUA e do Oeste Europeu. Foram mais de 1.200 entrevistas com profissionais da área de compras de produtos e de serviços de alta tecnologia. As respostas para produtos complexos e sua aplicação imediata em algumas indústrias B2B, compreendendo também suas complexidades, foram confrontadas com a percepção dos usuários finais em relação aos processos envolvendo pontos de venda. Os dados são consistentes.

Encontrou-se enorme diferença entre o que os clientes diziam ser importante e o que efetivamente foi demonstrado de acordo com seus comportamentos. Os clientes insistiam que o preço era um fator determinante e que influenciava suas opiniões quanto ao fornecedor, à visão de resultados, além de suas decisões de compra. No entanto, quando examinou-se o que efetivamente determinou como os clientes classificaram o desempenho geral das vendas, alguns dos fatores mais importantes apontados foram as características dos produtos e serviços e a experiência total com o processo de venda. O significado direto desses dois elementos está no ponto alto da seguinte conclusão: o fornecedor primário viu que uma alta performance na força de vendas leva ao incremento, em média, de 8 a 15 pontos percentuais na sua fatia de clientes.

A próxima descoberta também foi muito importante. Dos muitos hábitos que arruínam a experiência de vendas, dois deles são relativamente fáceis de determinar conforme descrevem 55% dos clientes: a dificuldade de se obter informações adequadas do produto e o contato exagerado das empresas. Somente 3% dos entrevistados disseram não ser o suficiente contatados, sugerindo clientes menos abertos a interações mais significativas.

Onde os representantes de vendas erram
Dez. 2009 (n = 1.252)

Percentual de clientes norte-americanos e europeus que deram sua opinião a respeito de atividades “que arruínam” as vendas:


1 - Contato exagerado (pessoalmente, por telefone ou via email) – 35%
2 - Falta de conhecimento a respeito de um ou outro produto ou de seus concorrentes – 20%
3 - Falta de conhecimento da empresa a respeito dos benefícios dos seus produtos e serviços para o meu negócio – 9%
4 - Estilo muito agressivo de vendas – 8%
5 - Esquecer ou ignorar o cliente após a assinatura de um contrato – 8%
6 - Outros – 20%*

* Compreende a seguinte ordem, citada por <6% dos entrevistados: equipe de vendas inconsistente, demora na resposta de questões durante as relações de venda, pouco contato, falta de auxílio na otimização de despesas, falta de um ponto comum de contato disponível e falta de compartilhamento de informações específicas a respeito do meu negócio.

Felizmente, tais hábitos prejudiciais podem ser reparados. As empresas podem tratar a falta de informações do produto através da centralização do desenvolvimento de conteúdo para garantir uma mensagem uniforme e criando proposições atrativas de valor aos clientes. E, para assegurar uma compreensão profunda, representantes de vendas podem receber um treinamento empírico no próprio trabalho, preferencialmente lado a lado com a equipe de desenvolvimento de conteúdo.

Por fim, representantes de vendas não precisam saber de tudo. Nesse caso em específico, a pesquisa identificou clientes que estão muito felizes em utilizar auto-serviços ou ferramentas online e em recorrer seletivamente ao suporte de especialistas em situações mais complexas.

É notável o equilíbrio direto entre clientes bem informados e a menor requisição de conhecimento para suas necessidades momentâneas. Para isso deve existir uma estratégia clara baseada nessas necessidades e nos lucros potenciais que podem ser alcançados – com a implementação frequente de cronogramas.

Um bom meio de contato é uma ligação periódica através de situações de valor para os clientes, tais como publicações semestrais de negócios que ofereçam a oportunidade de se avaliar as suas necessidades e de garantir a sua satisfação. O importante é reconhecer que os clientes estão olhando com cara feia para os gastos com suas interações, deste modo qualquer ligação com eles deve ser muito significativa.

A experiência de vendas é um fator primordial, e um bom começo é respeitar direitos básicos. As empresas devem examinar com exatidão o seu desempenho e responder as seguintes questões: quais são os principais fatores de influência na experiência de vendas? O que a minha equipe faz e que pode prejudicar as nossas relações? Qual a percepção que os meus clientes têm da minha força de vendas comparada a visão deles dos nossos concorrentes? As respostas das empresas a essas perguntas são algo singular para o conhecimento e compreensão de seus principais dilemas, além de uma forma de identificá-los e persegui-los.  

Fonte: Mckinsey.com

sexta-feira, março 01, 2013

Copo de café mais que pela metade


Por que o mercado norte-americano de café pode estar longe de saturar

Starbucks, em Washington (Elvert Barnes/Wikimedia)

Autor: Jeremy Olshan

Frio ou quente, coador, francês, espresso, Chemex ou de máquinas, cada norte-americano sorve em média 87,4 litros do “zezinho” por ano. Está no sangue deles. Também está nas ruas, onde um sem-número de postos da Starbucks ocupam de escolas a hospitais. Resumindo: 161.000 pessoas estão conectadas à página de práticas do “Café” no Linkedin.

Mas a verdade é que o copo de café nos EUA está meio cheio. Eles poderiam estar bebendo muito mais café e, de fato, já tiveram esse costume no passado. Em 1946, no apogeu da sede americana, bebia-se em média 182,4 litros, de acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) – mais do que o dobro do consumo normal. “Nós bebíamos café ao acordar, no almoço, de tarde e no jantar”, disse John Sicher, Editor da Beverage Digest. “E mais, quando chegávamos em casa, bebíamos café”.

Toda a paixão americana pela bebida no século passado estava no simples desejo de beber um café honesto como nos tempos antigos. Ou seja, o café do pós-guerra era enlatado, pré-envelhecido, torrado, com grãos pré-selecionados, e feito para ser esquecido na cafeteira ou servido apenas diluído como “chafé” tal como define a cantora folk Ani DiFranco.

Há 60 anos havia apenas uma forma de se tomar café, hoje, a Starbucks diz que pode sugerir ao consumidor que vai até uma de suas lojas mais de 87.000 possibilidades de combinações com a bebida. “Todo esse café consumido é quase a mesma coisa”, disse o historiador da bebida, Mark Pendergrast, autor de “Uncommom Grounds”. Mas a tendência desse cenário é só aumentar. “Nas próximas duas décadas o consumo de café saltará deste estado mediano para um nível particularmente expressivo”, escreveu Pendergrast.


Além de historicamente curioso, o vácuo de “cafeinização” de 1940 até o momento é muito significante. Com o consumo de café em alta crescente, os números sugerem que, apesar das aparências, o mercado está longe de saturar, e que Starbucks, Green Mountain Coffee Roasters, Dunkin' Donuts e cafeterias independentes, têm muito chão a conquistar.

“Não sei se conseguiremos atingir os níveis de 1940 e 1950, mas não resta dúvida de que podemos incrementar substancialmente o consumo na América do Norte”, disse Maurício Galindo, gerente de operações da International Coffee Organization. “Não há razão para ficarmos tão distantes dos níveis de consumo na Europa”. Os norte-americanos são tímidos se comparados aos finlandeses, por exemplo, que enchem a cara de café bebendo em média 235 litros por ano.

No entanto, mesmo que uma pessoa bebesse apenas líquido durante o dia todo, o sucesso maior da bebida não poderia acontecer sem prejuízos à saúde devido aos limites fisiológicos da bexiga e do estômago. A sede é um jogo de perde-ganha. Os números também demonstram o quanto os paladares mudam rápido e drasticamente.

Durante a Lei Seca, o café se tornou a estrela e depois, nos anos 1960, decaiu quando as bebidas leves assumiram o comando. É natural que outros produtos alcançassem o domínio seguro do café e da Coca em décadas passadas. Na era a cabo, os programas de TV também tiveram que lidar com o mesmo contratempo na última temporada de MASH: variedade. “Não se trata mais da escolha de apenas uma bebida, muito menos de se escolher somente bebidas com alto conteúdo de cafeína”, disse Agata Kaczanowska, analista da IBISWorld para a indústria de café, que estima, contudo, negócios de 11 bilhões de dólares e um crescimento anual de 3,1% nos próximos cinco anos.

Os norte-americanos são apaixonados por café. Mas, ainda que os investidores e executivos do setor tenham boas razões para se sentir otimistas em relação ao sucesso da bebida, a história também demonstra o quanto os paladares oscilam. Em 1956, por exemplo, a indústria do café era muito confiante, e negava qualquer ameaça por parte da Coca-Cola, contou Pendergrast. “O café já estava aqui, nesta terra, bem antes de qualquer cola”, vangloria-se Arthur Ransohoff, presidente da National Coffee Association.

Entretanto, as bebidas leves não perderam tempo e direcionaram seus mercados para a geração (não necessariamente juvenil) Baby Bommer com produtos vinculados à juventude, energia e vitalidade. Quando a Coca contratou o cantor pop Eddie Fisher como garoto propaganda em 1956, a marqueteira Judy Gregg sugeriu à indústria do café que seguisse o mesmo caminho. “Os produtores de café que decidiram usar a mesma técnica de contratar os serviços de personalidades como um Elvis Presley desfrutaram de um sucesso estrondoso”, disse Judy. “Imagine Elvis sorvendo apenas uma xícara na TV?”. A indústria do café não mordeu a isca, disse Pendergrast, e enquanto o consumo de soda quadruplicou nas décadas seguintes, o de café despencou.

Na tentativa de explicar o declínio ininterrupto do café nos anos 1970, um relatório do USDA, em 1977, concluiu que o problema poderia ser resultado da combinação de dois fatores: primeiro, mudanças no estilo de vida que “encorajavam a comida congelada e rápida e as novas bebidas em oposição às refeições completas, cheias de cereais e café.” Segundo John Sicher, hoje em dia é muito mais agradável ter uma garrafa de água durante a refeição do que oferecer um café ao final do jantar. A segunda razão citada pela pesquisa foi o paladar: para abaixar os custos, os produtores de café começaram a substituir a variedade de suas lavouras pelo café Robusta, que é muito mais barato e bem mais amargo do que o saboroso Arábica.

Além disso, não houve mobilização quando as bebidas leves se engajaram (acreditem ou não) em uma cruzada a favor de hábitos saudáveis, e o café foi constantemente retratado como um veneno. Estudos relacionaram o café com doenças do coração, retardamento e o baixo peso de recém-nascidos. Recentemente, houve uma inversão total. Bebidas com soda são citadas como a causa das epidemias de diabetes e obesidade nos EUA, além disso pesquisas recentes fizeram o café parecer fichinha ao associá-lo com a redução de doenças cardíacas, do câncer, Alzheimer e Parkinson. Para dar um impulso adicional ao café, um relatório federal recente ligou as bebidas energéticas ao aumento de pacientes nos postos de emergência.

O consumo de café cresce de forma significativa entre seus consumidores habituais, desde aqueles que gostam de vinhos finos reservados (que admiram como a bebida é sentida na língua e como as várias notas de sabor sobressaem na boca) até aqueles que bebem compulsivamente, automáticos, como se tomassem água na torneira. Mas se é verdade que os norte-americanos passam por outro boom, existe mais espaço para essa expansão? De acordo com especialistas, o campo de batalha está limitado nas esquinas das cidades, tanto para os cafés, restaurantes, escritórios, ou qualquer outra iniciativa que não seja um copo quente ao alcance das mãos do consumidor a qualquer hora. Equipamentos automáticos, como a máquina da Green Mountain Coffee's Keurig, estão em alta nos últimos anos, e suas vendas crescem até duas vezes mais do que a avaliação da indústria global, segundo a IBISWorld.

“Atualmente, dos 118 milhões de lares norte-americanos, cerca de 12 milhões têm uma máquina Keurig”, disse David Sachs, vice-presidente de inovação e gestão de marca da Green Mountain. “Isso significa uma oportunidade para comercializar 35 milhões de máquinas residenciais de café até 2016, ou seja, aproximadamente três vezes mais do que o mercado atual”.

A Green Mountain também vê um grande potencial no momento para as máquinas de café gelado. “No Starbucks e Dunkin' Donuts, o café gelado é muito popular, embora a bebida ainda não tenha entrado nas casas. Contudo, isso está mudando. Muitas pessoas já querem tirar em casa, com a quantia exata de gelo e café, um bom e consistente copo da bebida”, disse Sachs. “O que aumentaria o número de ocasiões durante o dia para se beber café”. Segundo ele, ao perceber que esse cenário poderia trazer à tona os benefícios da bebida à saúde, a companhia mirou o potencial dos sachês de blends (especiais) para infusão com antioxidantes. “Tendências em bebidas vão e vêm, são cíclicas”, disse Sachs. “Mas, pelo menos atualmente, o café parece estar em alta”.

E está. O lado chique da imagem do café também cresce sem parar com mais americanos cuidando de comprar cafés premium, raros, selecionados, muitas vezes com eles próprios realizando a torra e tirando lentamente seus copos com muito mais complexidade e cuidado do que poderia ser possível extrair das máquinas residenciais, informa Galindo. “Existe até uma tendência de harmonizar cafés com certas sobremesas”, disse ele. Cafeterias independentes como o Brooklyn's Café Grumpy comercializam cada vez mais grãos de alta qualidade, segundo uma de suas proprietárias, Caroline Bell. “O público está bastante interessado em preparar um bom café em casa”.

Com algo em torno de 13.000 unidades, a Starbucks também vê grande potencial de expansão nas residências, escritórios e locais com pouca tradição em oferecer bons cafés, disse a porta-voz Alisa Martinez. O plano da rede é abrir mais locais associados dentro de hotéis e escolas, além de servir a bebida a 30.000 pés na Alaskan Airlines – e, embora o café ainda não esteja disponível na forma intravenosa, os pacientes de hospitais em todo os EUA já podem beber um Starbucks na cama.

“Nós temos Starbucks em unidades de saúde em todo o país – incluindo o Fred Hutchinson Cancer Research Center, em Seattle – e já planejamos novos negócios”, disse Martinez. “Unidades de saúde, equipe, pacientes e seus familiares, têm nos questionado a respeito das novas lojas. O que nós queremos é tornar fácil para qualquer pessoa ter um Starbucks a qualquer momento, não importa onde essa pessoa esteja”.

sexta-feira, fevereiro 22, 2013

Repensando a infra-estrutura: uma visão humanista


Xi'An Airport, China (por Genghiskhan/Wikipedia)

Infra-estruturas insuficientes e inadequadas constituem um dos maiores e mais complexos problemas do mundo. Em entrevista em vídeo para a consultoria mckinsey.com, que integra a série sobre o progresso "Repensando a Infra-estrutura", a presidente da Fundação Rockfeller, Judith Rodin, cita as mudanças urbanísticas registradas com o boom asiático e descreve as inovações que aproximam o desenvolvimento holístico e o planejamento de grandes obras urbanas.

Fonte: McKinsey Quarterly

Economistas criam a classe F


Notícia-Crônica

Avanço econômico-social, inclusão digital, transparência política, e respeito aos Direitos Humanos e às diferenças. Esses são os elementos que levaram os principais especialistas brasileiros em economia a rever o modelo de avaliação que define as classes sociais no país. 

Em 2013, universidades e institutos de pesquisa adotarão a mais nova variante: a classe F (ou Foda-se, como vem sendo chamada pelos especialistas). "Nos últimos anos, o crescimento do Brasil foi muito expressivo. As classes A, B, C, D e E, já não eram mais suficientes para descrever a realidade do país", disse o economista Adão Silva.

Adãozinho, como é conhecido o autor de "Avareza das Nações", explicou que a classe F é basicamente composta por pessoas entre 35 e 85 anos, homens e mulheres, semi-analfabetos a phDs, de residentes no interior ou nas grandes capitais.

"É um fenômeno irreversível", sentenciou outro pesquisador, o economista Elfim Pertto. Segundo ele, a previsão é de que, em pouco tempo, o número de integrantes da nova classe ultrapasse o de todas as outras cinco reunidas. "Esse papo que nóis é crasse 'é', mano, é a maior furada. Agora, nóis é Foda-se", comentou o catador de papéis Zé Caolho.

quinta-feira, fevereiro 21, 2013

Mídias sociais como ferramenta de gestão


"Tudo o que se sabe sobre gestão está ultrapassado", disse o professor da Universidade de Toronto, Don Tapscott na entrevista em vídeo "Making internal collaboration work", algo como "Usando a colaboração no trabalho interno". O problema, segundo ele, é que os executivos pensam o conhecimento corporativo de maneira limitada assim como se estivessem confinados em um container. Eles estão errados: "O conhecimento mais importante não está dentro dos limites da companhia. Você não resolve isso com confinamento, mas sim com colaboração." 


Fonte: McKinsey Quarterly (Newsletter - February 2013)