sexta-feira, setembro 22, 2006

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Valor da notícia

Prestes a colocar na prensa centenas de cópias do primeiro disco, os integrantes da banda DCV, de Minas Gerais, foram pegos de surpresa. O grupo optou por uma alternativa não muito convencional até dias atrás: um compacto de seis músicas em disco de vinil. Mesmo existindo quem ainda utiliza esse recurso, o DCV ouviu muitos conselhos contrários à iniciativa. Os palpites eram unânimes quanto à condição obsoleta dos vinis.
Pois bem, o DCV bateu o pé, quis o compacto em vinil e rumou para a única fábrica do produto existente na América Latina, localizada no Rio de Janeiro.
Em meio às negociações, faltavam apenas alguns documentos de praxe, o jornal Folha de São Paulo, do último domingo, divulga uma matéria de capa do caderno Ilustrada, falando a respeito da fábrica e de seu proprietário, Nilton José Rocha. A matéria analisa a ressurreição do vinil, além do novo nicho de mercado para os LPs, que atrai gente como Caetano Veloso, Los Hermanos, Nando Reis, Ed Motta e outros.
Até a última conversa com o DCV a labuta era para que a fábrica mantivesse o acordo feito verbalmente, por telefone, antes da divulgação da matéria. Jornalismo é jornalismo, mas também é, antes de tudo, uma “puta” propaganda.

3 comentários:

jairo junior disse...

Na Comunicação Social não existem fronteiras, há artistas competentes ou não. Um profissional ou artista da comunicação atravessam facilmente as fronteiras acadêmicas: Hunter S. Tompson, Gay Talese, Torquato Neto e Victor Hugo são alguns atravessaram a fronteira entre jornalismo e literatura (incluindo lógica, nossa irmã publicidade

gdiamantino disse...

só pra constar, eles honraram sim o compromisso, e a produção começa segunda feira uhu!!!
vinil amarelo

Brenno disse...

Preciso comprar um tocador de LP que funcione. Fiquei curioso com a banda.

Puts, tenho um rádio igualzinho ao da capa na minha cozinha.

A tendência dos LPs é acompanhada com a moda retrô/indie que está por aí. Falo moda porque movimento não há de ser.